terça-feira, 5 de março de 2013

O que e porque o porque comemos ????

Por que comemos? Com quem comemos? Para que comer? O que sentimos quando comemos? A comida com prazer?? 

Lembre-se nada é proíbido!!! Tudo é possível!!! Tudo faz parte da nossa alimentação!!! Porque tudo é saudável, vai depender da quantidade!!! 

Antes de iniciar sua refeição, pergunte para si mesmo: Estou comendo por que?? o que estou sentindo agora??

Não se martireze!!!!! Não faça da sua comida a sua pior inimiga!!!! Pelo contrário ter prazer em comer também é saúde!!!

Viva sem ter medo de ser feliz!! Sem culpa!!! sem exagero!!!

Sinta prazer em comer!!!!!!!Sem exageros, e sem colocar na comoda nossas maiores frustrações, como para sustentar o corpo, não para tentar diminuir a dor da alma!!!!!!

beijos

Carol Foltran

Alguns suplementos alimentares e algumas de suas funções no organismo !!!!!!

Ripped FuelHydroxycutXenadrineComposição por dose
334 mg334 mg335 mgextrato de Ma Huang (6% de efedrina)
910 mg910 mg910 mgextrato de Guaraná (22% de cafeína)
100 mg100 mg-L-Carnitina
200 mcg300 mcg-Picolinato de Cromo
-2000 mg-HCA (Hydroxagen – 50% de Ácido Hidroxicítrico)
-100 mg105 mgWhite Willow Bark (15% de salicina)
--125 mg“Citrus Aurintium” (4% de synephrine)
--100 mgAcetil L-Carnitina
--50 mg“Ginger Root”
--40 mgvitamina B5 (ácido pantotênico)
--80 mgL-Tirosina
100 mcg--Potássio e Magnésio



O que significa cada componente

Synephrine: As principais fontes naturais são: Citrus Auratium e Citrus unshiu. Esta substância vem sendo usada para combater alergia, asma e inflamações. A ação farmacológica da synephrine inclui a estimulação direta dos receptores alfa-adrenérgicos e possível ação indireta nos receptores beta-adrenérgicos. Esta substância funciona como descongestionante e também combate a pressão arterial alta. Um estudo de SONG et al (1996), mostrou o efeito antidepressivo deste alfa agonista.

L-Tirosina: é um aminoácido não-essencial sintetizado a partir da fenilalanina e, como esse AA, é diretamente envolvida com os neurotransmissores epinefrina e norepinefrina, principalmente o último. Por alguns quadros de estresse apresentarem baixos níveis de catecolaminas, atribui-se a tirosina um importante papel no combate deste mal.
Há um estudo no qual alguns soldados foram submetidos a situações de estresse físico e psicológico, como serem levados rapidamente a altura de 15.500 pés. Neste estudo os soldados que receberam suplementos de tirosina antes do desafio tiveram melhor performance e menor desgaste físico e emocional (eu não pude encontrar o artigo mas suponho que seja de OWASOYO et al, publicado em 1992). Efeitos semelhantes foram encontrados por DEIJEN et al (1999)
Em 1999, THOMAS realizou uma pesquisa onde o uso de tirosina melhorou a performance em situações que o estresse pode ser contraproducente, como realização de tarefas múltiplas. A Tirosina também amenizou outros estados estressantes como: ausência de sono (McCANN et al, 1992; NERI et al, 1995) e estado pós gripe (SHURTLEFF et al, 1994)
Diversos estudos com animais provam o mesmo, provavelmente este efeito se dê pela prevenção da redução da quantidade de norepinefrina. Tem-se aumentado as evidências clínicas que levam a crer que este AA seja um efetivo antidepressivo, sendo, inclusive, usado nos tratamentos de dependentes químicos, especificamente viciados em cocaína, e na prevenção dos efeitos da TPM em mulheres.

Vitamina B5: supõe-se que esta vitamina ajude a converter carboidratos, proteínas e gorduras em energia e melhore o sistema imunológico. De evidências só encontrei as referentes ao sistema imunológico e ao processo de cicatrização (KAPP et al, 1999, WEIMANN et al, 1999 YOSHIKAWA, 1999). Sua deficiência esta relacionada com depressão, fraqueza e pouca resistência a infecções.

Acetil L-Carnitina (ALC): derivado da L-Carnitina e geralmente usado para prevenir fadiga, aumentar a energia e manter a massa magra. O ALC tem função similar a L-Carnitina no transporte de AGL, para sua metabolização dentro do mitocôndria. Alguns estudos médicos mostraram que o ALC ajuda a estimular o neurotransmissor acetilcolina, melhorando as função cognitivas degradadas. É muita usada na geriatria, no tratamento de mal de Alzheimer, demência, neuropatologias em geral e devido ao abuso de álcool (PASSERI et al, 1990; POSTIGLIONE et al, 199; RAI et al, 1990; TEMPESTA, et al, 1990; KALARIA et al, 1992).

Ginger Root (raiz de gengibre): na medicina asiática é usada para aliviar dores de estômago e como diurético (devida à asparagine). Atribui-se a ingestão desta raiz: melhoras na digestão e no apetite e aumento da produção de fluidos gástricos, causando melhor absorção de nutrientes (o que foi parcialmente desmentido por PHILLIPS et al, 1993). É usada para prevenir: enjôo matinal e enxaquecas. Também usa-se esta raiz para tratar: pressão alta (devido ao Gingerol), dores em geral (devido ao Shagaol). BONE et al (1990) comprovaram sua eficácia no tratamento de naúsea, porém STEWART et al (1991) mostraram o contrário.

HCA: Supõe-se que o Ácido Hidroxicítrico (HCA ou Citrimax) iniba a conversão de carboidratos em gordura. A enzima necessária para a conversão da glicose em gordura é denominada ATP-citrato-liase. A atividade desta enzima converte o citrato em Acetil-CoA que é o ultimo composto carbônico necessário a síntese de ácidos graxos, o Citrimax atua competindo/inibindo a ATP-citrato-liase. Esta enzima também é necessária para manter a concentração de Acetil-CoA usado na produção de ácidos graxos e colesterol, especialmente em estados de alta produção de lipídios como o induzido por alta ingestão de carboidratos. A inibição de sua atividade elimina a fonte de dois carbonos usada para manufaturar ácidos graxos e colesterol. Em animais, a administração de Citrimax (HCA ou ácido hidroxicítrico), causou menor ingestão de comida, isto pode ser devido a diminuição da conversão de ácidos graxos e glicose em gordura, ocorrida no fígado, tornando-os disponíveis para as reservas de glicogênio hepático.
Em um estudo de HEYMSFIELD et al (1998) administrou-se 1.500 mg de HCA por dia em obesos e não foi verificada nenhuma diferença significativa entre quem tomou e quem não tomou HCA. KRIKETOS et al (1999) também não conseguiram comprovar a eficiência do ácido hidroxicítrico, desmentindo, também, a hipótese de que o HCA aumente a conversão de lactato para glicose no fígado.

Picolinato de Cromo: complexo orgânico composto por Cromo trivalente e ácido picolinato. É essencial no metabolismo de gorduras e colesterol e potencializa o efeito da insulina. A adição do ácido picolinato facilita a absorção e retenção do Cromo pelo corpo. Há pesquisadores supondo que o Cromo aumente o metabolismo por alterar a concentração de alguns neurtransmissores como a serotonina. Outros revelaram que pode ocorrer ganho de peso caso a ingestão de Cromo não seja acompanhada de atividade física. PRESS (1990) verificou que a ingestão de Picolinato de Cromo ajuda no controle do níveis de lipoproteínas, proporcionando uma relação favorável entre LDL e HDL, diminuindo os níveis do primeiro e aumentando os do segundo. Supõe-se também que o picolinato de cromo possa potencializar o efeito da insulina aumentado a permeabilidade da membrana celular, o que resultaria em maior absorção de macronutrientes (EVANS et al, 1992).
READING (1996) sugere que o suposto efeito do picolinato de cromo no emagrecimento se deva a atuação do ácido picolinico no sistema nervoso central, e por esse motivo adverte para se ter cuidado com o seu uso.
Porém há alguns estudos onde o uso de picolinato de cromo se mostrou ineficiente, ou seja, não obteve-se melhoras na composição corporal nem na performance em indivíduos praticantes de treinamento com pesos (CLANCY et al, 1994, TRENT et al, 1995, WAYNE et al, 1999)

Salicina (proveniente do White Willow Bark): tem os efeitos similares à aspirina, mas ao contrário desta, supõe-se que não cause problemas estomacais.


beijos

Carol Foltran,


Alimentos e Emoções!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O modo de comer é uma escolha, que costuma ser baseada em um estilo de vida. O alimento está poderosamente conectado com as emoções. A pessoa come o que gosta, o que sua cultura prescreve, mas também existe marcante influência das emoções. O contato bucal com o seio é a primeira conexão de prazer do bebê com o mundo. Muitas pessoas que tentam mudar seus hábitos alimentares, pensando apenas na mudança em bases racionais, caem numa armadilha, pois a alimentação tem significados que vão bem além da mera função nutritiva. O alimento pode ser um condutor de afeto, mas torna-se problema quando está substituindo confrontos, rejeições, etc. Para Brillat-Savarin (1995) “ um dos privilégios da espécie humana é comer sem ter fome e beber sem ter sede; de fato, os animais não podem ter esse privilégio, que nasce da reflexão sobre o prazer da mesa e do desejo de prolongar sua duração”

Hábitos e Zona de Conforto - Ao procurar evitar situações incômodas, existe uma tendência da pessoa de procurar um lugar seguro e familiar, onde sinta menos dor, medo, insegurança e tédio. E a procura chega a um lugar, que é a “zona de conforto”. Fazem parte da zona de conforto: comidas doces, cigarros, álcool, drogas, compras excessivas, dormir demais, uso excessivo de celular, de computador, televisão (ficar zapeando sem prestar atenção, só para descarregar ansiedade). Para manter a zona de conforto às vezes aparece mais um comportamento complicador: a necessidade de agradar, de atender as expectativas dos outros. Por exemplo, beber para agradar, comer para agradar. Isto fica particularmente complicado quando se faz parte de uma família “engordativa”, dada a festas frequentes e com mesa farta.

As pessoas obesas têm comportamentos comuns: comem escondido, minimizam as calorias e jamais admitem a própria gula; passam da abstinência absoluta para a voracidade com grande rapidez. Estão sempre “em dieta” ou pretendem começá- la na “próxima segunda-feira”.

As facilidades da vida moderna aumentam o número de obesos, pois as pessoas comem na hora em que têm vontade: a comida está disponível durante o ano todo e o espaço entre as refeições tem diminuído sensivelmente. A alimentação atual é muito rica em carboidratos e gorduras. Além disso, nota-se a diminuição progressiva da atividade física cotidiana, à custa de televisão, videogame, elevador, carro, computador, o sedentarismo em geral. A seguir, as principais causas psicológicas dos “ataques de comer”: 
• Estresse, tensão, ansiedade, medo, impaciência;
• Depressão ou melancolia;
• Cansaço e falta de energia; 
• Necessidades não satisfeitas de alegria, jogo, excitação, ou recreação; trabalho excessivo e pouco divertimento;
• Desejo por amor, afeto, romance, ou satisfação sexual; 
• Raiva, ressentimento, amargura, ou frustração; 
• Sensação de vazio, insegurança, ou um desejo de conforto. 

Ambiente e rotina na obesidade

Ambiente obesogênico é o ambiente promotor de obesidade. Ele promove o acesso amplo e facilitado a alimentos de alta densidade energética, repletos de carboidratos e gorduras e pobres em micronutrientes. Algumas famílias são obesogênicas, na medida em que desconhecem ou desprezam regras de alimentação saudável e de prática de atividades físicas. O ambiente obesogênico pode, inclusive, estar relacionado às eventuais companhias: a presença de outras pessoas pode proporcionar aumento da quantidade de alimento consumida e do teor calórico total da refeição. 

Rotina obesogênica - A rotina diária da mulher costuma ser extremamente desgastante em dois tipos de situação. Uma delas diz respeito à dona de casa (que não trabalha fora), e que tem uma rotina frequentemente tediosa, pois suas funções não passam de realização das tarefas domésticas (lavar, passar, cozinhar) e cuidar das crianças; ninguém costuma valorizar seu esforço, e, além disso, não tem nada para contar (ao marido, por exemplo) no final do dia, pois os eventos são normalmente repetitivos e pouco ou nada emocionantes. É uma das profissões mais “engordativas” que existem (Kaufman, 1993): pouco valorizada, mal recompensada, às vezes desprezada, é na cozinha que ela se refugia para armar suas trincheiras contra o tédio, a depressão e o amargo sentimento crônico de inutilidade. Se o casamento não lhe fornece a sonhada gratificação sexual e afetiva, recorre à comida no papel de substituto. O outro tipo de desgaste pela rotina tem a ver com a mulher que trabalha fora de casa, uma executiva, por exemplo: ela tem que fazer frente a uma série de grandes responsabilidades, praticamente sem intervalos, sendo que às vezes o próprio almoço é feito ao lado do computador ou no restaurante, o tal “almoço de negócios”, que é mais uma “zona de tensão”, e onde amiúde não é fácil lembrar-se de dieta, de contagem de pontos, de aspectos emocionais, etc. A este respeito, a psicanalista argentina Liliana Saslavski comenta as demandas feitas à mulher moderna:

Ser eternamente adolescentes, mas ao mesmo tempo ser mães adultas; ser fisicamente jovens, mas com a experiência da maturidade; mostrar um corpo esbelto, bonito, atraente e ao mesmo tempo serem inteligentes, hábeis, astutas; ser sexies e passionais e ao mesmo tempo autocontroladas; brindar uma imagem hedonista e ao mesmo tempo de autodisciplina são, em síntese, algumas das demandas contraditórias que são feitas à mulher moderna. Como atender a estas ordens da cultura? 

A rotina do homem pode também envolver trabalhos pouco apropriados à criatividade: burocratas em geral, cujas funções são monótonas e repetitivas, de modo que o horário do lanche é o mais esperado do dia. 

Para uma doença tão multifatorial é necessário, portanto, um tratamento interdisciplinar, que possa promover o emagrecimento e, sobretudo, a manutenção do peso, uma vez que a manutenção é, em alguns casos, mais difícil de ser bem sucedida do que o próprio processo de emagrecimento.


Obesidade e Sexualidade Feminina

Dentre os vários problemas decorrentes do fato de ser obeso(a), percebemos que são atingidas áreas sensíveis da existência humana, como infidelidade, insatisfação sexual, raiva e, a coisa mais importante e dolorosa, o medo de ser um fracasso como pessoa.
Algumas mulheres fazem uma ligação inconsciente entre comer doce e o prazer sexual. Elas falam em “orgasmo gastronômico” ao se referirem aos prazeres proporcionados por suas comidas prediletas. Existe relação entre comer exageradamente e sentir frustração sexual. Nem todas as pessoas sexualmente frustradas comem exageradamente, mas o inverso é verdadeiro: as que comem de forma compulsiva não se sentem sexualmente gratificadas (com sensação de plenitude, calma e satisfação). A pessoa sexualmente realizada tem um contato satisfatório com seu corpo, percebe as suas necessidades e procura racionalmente atendê-las. A falta do prazer sexual leva a pessoa a rejeitar seu corpo e a reduz a uma dependência infantil em relação à comida, que passa a ser a única forma de satisfação corporal. 
Várias mulheres, ao se tornarem adultas, engordam com medo de serem transformadas em objetos sexuais; algumas ficam obesas, como forma de neutralizar sua identidade sexual perante as outras pessoas; para estas, o peso constitui-se uma proteção, um escudo, por trás da qual se escondem. Engordar após o casamento é um fato bastante comum; é extremamente raro ver um casal que caiba nas roupas da lua-de-mel após alguns anos das bodas. Sentindo-se mais segura por considerar-se “garantida”, a mulher abandona os sacrifícios do regime restritivo para “premiar-se” com as guloseimas que aprecia, mas era obrigada a privar-se anteriormente. Além da parte sexual propriamente dita, as relações conjugais frequentemente são insípidas, sem sabor, ou tornam-se dramaticamente infernais. Insípidas, quando o relacionamento é vivido no clima do faz-de-conta; infernais, quando os parceiros colocam-se mutuamente exigências difíceis de serem atendidas. Às vezes, o peso da mulher é o principal assunto de sua vida conjugal. Pode até acontecer de ela não emagrecer como forma de demonstrar resistência à vontade do marido. É claro que seu corpo se transforma num campo de batalha, mas esta mulher parece estar querendo se convencer de que é melhor ser “gorda e independente” do que “magra e submissa”. 
A insatisfação conjugal pode chegar a um ponto em que as carências emocionais e sexuais são confundidas com a fome física, e assim podem ser atendidas concretamente, ainda com a vantagem de não depender de ninguém (como o marido) para se satisfazer. “Um mau casamento é tão engordativo como um sundae com calda de chocolate” (Stuart & Jacobson). Muitas mulheres, de forma consciente ou inconsciente, engordam como tentativa de inibir o desejo sexual do marido e também o seu próprio interesse sexual. Isto ocorre, sobretudo, em três tipos de situações: quando o marido é muito gordo e sua obesidade causa repugnância à mulher; quando a vida sexual do casal torna-se extremamente rotineira e monótona; e quando o marido é desinteressado sexualmente. Engordar, para manter o marido à distância e evitar o sexo, curiosamente não acontece nos casamentos mais infelizes (nos quais é mais fácil dizer “não!”, além de que os maridos também já não estão interessados em sexo), mas nos casamentos medianamente infelizes, onde a estabilidade da relação parece ser mais importante do que o amor-próprio e do que o próprio corpo. Há mulheres que engordam muito a partir da gravidez, não só pelas questões hormonais envolvidas, mas porque psicologicamente trocam o “papel de mulher” pelo “papel de mãe”, isto é, a mãe deve permanecer “o mais virgem possível”, e engordar é uma forma de manter essa “virgindade”.
Para uma doença tão multifatorial é necessário, portanto, um tratamento interdisciplinar, que possa promover o emagrecimento e, sobretudo, a manutenção do peso, uma vez que a manutenção é, em alguns casos, mais difícil de ser bem sucedida do que o próprio processo de emagrecimento.


beijos

Carol Foltran


Esta é a luta diária para o emagrecimento e se manter o peso !!!!!!!!!!!




beijos

Carol Foltran

Algumas calorias de chocolate, e quanto se leva para gastar elas!!!!!!




beijos

Carol Foltran